Estresse Pós Traumático

Transtorno psicológico causado após eventos traumáticos, como: ser sequestrado, sofrer violência doméstica, assaltos, perder algum ente querido, ou qualquer evento que altere de maneira repentina a vida do indivíduo e que provoca medo excessivo. As reações de medo são normais na maioria dessas situações o que difere no transtorno, além de ser excessivo e constante, interfere diretamente nas atividades diárias, ou seja, a pessoa vira refém do medo, tudo se torna um potencial perigo, até mesmo ficar em casa vendo TV.
Já imaginou viver assim? Onde qualquer coisa, qualquer barulho, qualquer objeto, pode ser um potencial desencadeador de lembranças traumáticas? Pois essa é a realidade de quem vivencia esse transtorno.
Os principais sintomas são:
– Lembranças vividas da situação, com taquicardia e sudorese;
– Pensamentos macabros;
– Pesadelos;
– Estar sempre em estado de alerta;
– Insônia;
– Explosões de raiva;
O tratamento é realizado com psiquiatra e psicólogo, para ajudar a superar os medos que vão surgindo e a ansiedade crescente que envolve o paciente ao longo do tempo.
É sempre importante lembrar que o quanto antes procurar ajuda, menor o sofrimento psíquico.

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Querofobia

*Sabia que o medo de ser feliz tem nome* ? _“`Querofobia“`_ .   A pessoa que tem querofobia, sente medo de ser feliz. Situações que deveriam alegrar, na verdade causam alguns sintomas como: -ansiedade. -dores de cabeça e nos músculos. – creem que a felicidade não é algo positivo. -acreditam que estar num lugar divertido, significa que algo ruim vai

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Qual sensação seu trabalho te causa?

  Responda algumas perguntas: – você gosta da sua profissão? – o ambiente em que você trabalha é saudável? – ir trabalhar te causa paz ou angústia? – você acorda motivado para iniciar suas atividades profissionais diariamente? – antes de dormir fica pensando nas coisas que ainda tem pra fazer ou consegue desligar? – seu horário de almoço é respeitado?

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Como falar o que pensa e sente?

*Como falar o que pensa e sente?* Antes que o silêncio comece a sufocar, é hora de ter uma boa conversa. Muitas vezes ficamos com aquele “nó na garganta”, um mal estar que asfixia nossas emoções, onde o corpo chega a doer. Não espere a gota d’água, organize seus pensamentos e coloque em palavras ou escrita, sempre em primeira pessoa

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